imagino teu priquito e todo o delírio
que emana de tua beleza
imagino a textura dos pentelhos
adornando tua vulva
enquanto desenho no pulso de meu gozo
a íntima linha de tua buceta
OLHAR TUA NUDEZ LASCIVA
olhar tua nudez lasciva já seria foder-te
inteiramente no intenso delírio ocular
quando abres as pernas e revelas
tua perfeita essência como um ósculo
invadindo em transe as minhas retinas
basta, amor, que adentre minha língua teu cuzinho
para sentir teu delírio contraído em trêmulo gemido
quando além aliso a ânsia de teu priquito
e se de tua boca meu pau retiro
é para que teu gozo transborde em grito
AO TE VER NUA
ao te ver nua
sinto permanente anseio
de semear-me em louvor
à tua presença plena
ao te contemplar inteira
mais que tua visão serena
tenho em mim o delírio
de sabê-la nua sempre
em tudo que compreende
esta breve existência
em que concede
alívio e suplício
para minha infinita sede
QUANDO SUAVEMENTE ALISO
então suavemente aliso
a borda de teu cuzinho
com a cabeça do meu pau
enquanto entonas com teu canto
de felina manhosa
o tônus de minha pica
faça de mim tua lira
ávida de tua beleza
em que doas o delírio
o engenho e a destreza
da arte de fodê-la inteira
endurece meu pau sabê-la fêmea
poderosa senda de delírio e gozo
mais que vaso de meu esporro
mas a plena dama que domina
toda pulsação de meu corpo
saiba que diante de teus seios
meu pau se expande em anseio
mesmo que não possa tocá-los
desliza entre tuas macias mamas
a pulsante linguagem do meu falo
A BELEZA DA TUA BUCETA
a beleza da tua buceta enleia inúmeros encantos
ocultos recantos para além de roupas e panos
que encobrem tua lasciva nudez e teus pêlos
sublime arabesco de teu ser e teus lábios
múltiplas reentrâncias úmidas a revolver
a beleza da tua buceta, ousadia do querer
TOCAR TUA BUCETA, AMOR
tocar tua buceta, amor
mais que minha mão
meu pau almeja
e apanho-a plena
em meu pensamento
sempre que bato punheta
tocar tua buceta, amor
e depois de tocá-la
sentir-te inteira
quando agarras meu pau
tua buceta que em êxtase estreitas
parte-se o priquito em dois pomos distintos
demarcados pelas vestes
que te envolvem em breve adentrar-se
se teu íntimo relevo revela a porta do que chamo lar
a mínima visão de teu âmago desperta em mim
a pulsante chave que em ti almeja entrar
