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Antonio Josué Odisseu

TEU BIQUÍNI RECOBRINDO O PRIQUITO

teu biquíni recobrindo o priquito
em leve dobra demarca
a entrada de tua senda escondida
que tudo que se põe ante teu corpo
deseja habitar o teu ser

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Antonio Josué Odisseu

AI FLORES, AI FLORES DO TEU PRIQUITO

ai flores, ai flores do teu priquito
se ao meu pau deres abrigo
tentarei não gozar cedo
ai flores, ai flores do teu ânus
se engoles meu pau sem descanço
tentarei não gozar cedo
se ao meu pau deres abrigo
abrindo as pernas quando estás comigo
tentarei não gozar cedo
se engoles meu pau sem descanço
gemedo enquanto em ti vou entrando
tentarei não gozar cedo

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Antonio Josué Odisseu

O QUE SEI DE TEU PRIQUITO, SENHORA

o que sei de teu priquito, senhora
a intensa ânsia que líquida emana
a sede tua de beber a porra de um pau
quiçá o meu, que duramente oferto
e deixo-me envolver, senhora
pelos lábios sedentos de teu priquito

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Antonio Josué Odisseu

PARA ADENTRAR A METÁFORA QUE ENVOLVE A TUA BUCETA

para andentrar a metáfora que envolve a tua buceta
entrego-te, senhora, a minha língua sedenta
do anseio de tocar o âmago de teu corpo
teu gozo em riso e grito transposto
entrego-te, senhora, a minha linguagem atenta
a todos os enigmas escondidos na tua buceta

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Antonio Josué Odisseu

TODO O DELÍRIO QUE EMANA DE TUA BELEZA

imagino teu priquito e todo o delírio
[que emana de tua beleza
imagino a textura dos pentelhos
[adornando tua vulva
enquanto desenho no pulso de meu gozo
[a íntima linha de tua buceta

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Antonio Josué Odisseu

RECEBÊ-LA EM MEU CARALHO

recebê-la em meu caralho
ó dádiva plena
saciá-la em minha seiva
depois em meus braços
recebê-la lângida e serena
ó dádiva suprema
sereia envolvida em meu falo

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Antonio Josué Odisseu

ABRE-SE O PRIQUITO EM FLOR

abre-se o priquito em flor
lasciva primavera voraz
a devorar o talo que a faz
desabrochar sem pudor

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Antonio Josué Odisseu

O SORRISO DO TEU PRIQUITO

o sorriso do teu priquito atiça a ânsia
de mergulhar teus lábios nos meus
penetrando em tranbordante linguagem
dos pêlos à pele
das pernas ao cu
minha língua desliza
por tudo que te faça gozar
para que o sorriso de teu priquito
em todo teu ser se deixe estar

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Antonio Josué Odisseu

ENQUANTO SUAVEMENTE TEU CUZINHO ALISAVA

enquanto suavemente teu cuzinho alisava
meu dedo em leves toques de acolhimento
que imagem de meu pau fazias dentro de ti
na castidade da buceta preservada
para as bodas do recato e do pudor

ah mas se uma vez me desses além do cu a cona
que em úmida linguagem tamanhas vezes provei
de tua boca tiraria enfim meu pau e abririas
todos os lábios que pronunciarão em gozo
tua intensa afirmação de se abrir mulher

mas a fechada buceta ainda assim não me doa
mesmo em tantas punhetas gozada toda

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Antonio Josué Odisseu

E QUANDO REGIAMENTE SENTADA

e quando regiamente sentada
no tronco de teu trono carnal
rainha insana que decreta a guerra
nas infindáveis vastidões do gozo
onde soberana cavalgas à frente
da legião de êxtase que emana o desejo
pulsando na contração de teu priquito


e quando sentada regiamente
na perpertuação de teu louvor
dedico-lhe em esporro minha reverência
este sêmen que de mim transborda
para sagrar-te minha rainha e senhora
que sentada em meu pau me devora