e quando regiamente sentada
no tronco de teu trono carnal
rainha insana que decreta a guerra
nas infindáveis vastidões do gozo
onde soberana cavalgas à frente
da legião de êxtase que emana o desejo
pulsando na contração de teu priquito
e quando sentada regiamente
na perpertuação de teu louvor
dedico-lhe em esporro minha reverência
este sêmen que de mim transborda
para sagrar-te minha rainha e senhora
que sentada em meu pau me devora
